QUE NÃO HOUVE NADA MAIS – senão o fato de que nada se passou, nada além do breve encontro e que nos dissemos tudo; a troca do interminavelmente breve em brevemente interminável; que nada teve lugar a não ser essa passagem, esse falso todo, destruído pelo saber de que não é nada – é isso mesmo que cada um evoca encontrando o outro: você se lembra? Da chuva, da mostarda, do seu vestido naquele dia; e cada um sorri. E é esse nada que nos faz falta. Não há nada que não nos faça falta. DEGUY, Michel. A rosa das ...
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