O espaço, fora de nós, ganha e traduz as coisas:Se quiseres conquistar a existência de árvore,Reveste-a de espaço interno, esse espaçoQue tem seu ser em ti. Cerca-o de coações.Ela não tem limite, e só se torna realmente uma árvoreQuando se ordena no seio da tua renúncia. RILKE. Poema de junho de 1924, traduzido para o francês por Claude Vigée, publicado na revista Le Lettres, 4o ano, no 14,15,16,p.13. In: BACHELARD, Gaston. A poética do espaço. Tradução de Antônio de Pádua Danese. São Paulo: Martins Fontes, 1998. p.205.
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