Noites de longa insônia e de castigoQue ansiavam a alba e a temiam,Dias daquele ontem que repetiamOutro inútil ontem. Hoje os bendigo,Como pressentiria nestes anosDe solidão de amor, que as atrozesFábulas da febre e as ferozesAuroras não eram mais que degrausTorpes e errantes galeriasQue me conduziam à puraculminância de azul que no azul perduraDesta tarde de um dia e de meus dias? Elsa, em minha mão eu prendo a tua. VemosNo ar a neve e a queremos. No original: Noches de largo insomnio y de castigoque anhelaban el alba y la temían,días de aquel ayer que repetíanotro inútil ayer. Hoy ...
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