Abro as veias: irreprimível, Irrecuperável, a vida vaza, Ponham embaixo vasos e vasilhas! Todas as vasilhas serão rasas, Parcos os vasos. Pelas bordas -à margem- Para os veios negros da terra vazia, Nutriz da vida, irrecuperável, Irreprimível, vaza a poesia. TZVETÁIEVA, Marina. Abro as Veias. In: CAMPOS, Augusto de. Poesia da Recusa. Tradução de Augusto de Campos. São Paulo: Perspectiva, 2006. p.165.
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