Então chegaste. Tão bom. Estava te esperando. Para te mostrar. Lindeza, viu. Lindeza que está o nosso imaginário. Não, não. Não entra ainda. Calma. Dá-me a mão. É cedo. Passeia um pouquinho comigo. Vês a capa? Pois vai lá, vai. Vai fazer um carinho nas nossas imagens. O rato é tua mão, foi feito no oitavo dia da criação. Isso. Assim. Devagarinho e elas se revelam. Docemente. Sim, o doce mente, mas fazer o quê? Se é amargo o mistério e se ele se desvenda com um clique? Olha para o alto e esquece. Não, não. Não fora da tela. Ali só há o ...
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