Em Lesbos caçando, no bosque das Ninfas, um espetáculo vi, o mais belo de quantos vi: uma pintura de um quadro, uma história de amor. Belo também era o bosque, arborizado, florido, irrigado: uma fonte tudo alimentava, tanto as flores quanto as árvores. Mas a pintura era mais encantadora, mostrando uma arte ímpar, um entrecho de amor. Assim muitos, mesmo dentre os estrangeiros, pela fama ali vinham, como suplicantes das Ninfas, como espectadores do quadro. Mulheres havia, nele, que davam à luz e outra que enrolavam em cueiros, criancinhas abandonadas, gado que nutria, pastores que recolhiam, jovens que faziam juras, ...
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