Clique na imagem para ler o terceiro número da edição 2011 do Jornal DEZFACES, com o suplemento DEZFACINHAS. Clique aqui para saber mais sobre o Coletivo de Poesia DEZFACES. Entre em contato com Adriana Versiani para outras informações: driarroba@gmail.com Se você está recebendo este post via e-mail e não consegue visualizar o jornal DEZFACES, clique aqui para acessá-lo em nosso site.
[Continue lendo]Clique na imagem para ler o segundo número da edição 2011 do Jornal DEZFACES, com o suplemento DEZFACINHAS. Clique aqui para saber mais sobre o Coletivo de Poesia DEZFACES. Entre em contato com Adriana Versiani para outras informações: driarroba@gmail.com
[Continue lendo]1 – O ritual da cabeça decepadaNo vale cercado de seringueiras há muita fruta, sombra e folhas secas.A técnica, assim como as orações, as simpatias e as receitas são passadas de mãe para filha.A mais velha prepara o altar e os instrumentos, prende o corpo da ave entre as pernas e segura a cabeça no toco. Com a lateral da faca, bate três vezes na jugular.Não há transtorno no seu organismo. Tudo calmo: os batimentos cardíacos, a respiração, as mãos enrugadas não tremem.Com um golpe arranca-lhe a cabeça e solta o corpo para mostrar às pequenas como ele corre, mesmo ...
[Continue lendo]Adriana Versiani, diOli, Clô Paoliello, DEZFACES, 2010, p.22,23.
[Continue lendo]Clique na imagem para ler o primeiro número da edição 2011 do Jornal DEZFACES, com o suplemento DEZFACINHAS. Clique aqui para saber mais sobre o Coletivo de Poesia DEZFACES. Entre em contato com Adriana Versiani para outras informações: driarroba@gmail.com
[Continue lendo]Pelos olhos de Frida, ou uma joia para Diego.poema inédito de Adriana Versiani. Diego amava Frida que amava suas joias.Mas o que significava a palavra “joias” para Frida?O que Diego entendia daquilo que era o amor de Frida?Um dia, visitaram juntos o santuário das mariposas monarcas no estadode Michoacán.Ali elas vivem. Ali Diego amou Frida que se despiu de suas jóias. Na janela do meu quarto, durante a noite em que o céu pareceu perder-se para sempre, com os dedos desenhei uma porta. Através dela toquei os cabelos castanhos da menina que andava comigo, quando ainda imaginava aeroplanos no céu de ...
[Continue lendo]Nós, seres humanos, desenvolvemos formas complexas de comunicação e expressão. Somos capazes de dizer as mesmas coisas de várias formas, usando suportes diferentes. Sempre foi assim, suponho. Quando ainda éramos primos dos de Neanderthal pintávamos nosso cotidiano nos tetos e nas paredes das cavernas e cientistas israelenses desconfiam até que não apenas grunhíamos, mas já falávamos. Aí começam minhas dúvidas: será que as primas dos homens de Neanderthal podiam desenhar nas paredes e tetos das cavernas? Será que desenhavam escondido no cantinho lá do fundo? Será que os homens percebiam os desenhos delas? Será que eram muito diferentes dos deles? As cenas talvez fossem, mas o traço, e as cores? Bem, ...
[Continue lendo]DEZFACES é um coletivo de poesia de Belo Horizonte, formado atualmente por Adriana Versiani, Camilo Lara e Carlos Augusto Novais. O coletivo tem uma história fascinante que vocês podem conhecer mais profundamente, com alguns de seus versos, integrantes e publicações, no ensaio assinado por Márcio Almeida, publicado aqui no imaginário por ocasião do lançamento da coluna. O conteúdo desta coluna é editado por Adriana Versiani e as imagens são editadas por dana paulinelli. O poema de Adriana foi editado sobre uma gravura de Peter Nevins. As demais imagens foram obtidas sem referência de autoria e foram editadas para apresentação nesta coluna.
[Continue lendo]Queridos, tenho a enorme honra de apresentar uma nova coluna mensal do Imaginário Poético: a coluna DEZFACES. DEZFACES é um coletivo de poesia de Belo Horizonte, formado atualmente por Adriana Versiani, Camilo Lara, Carlos Augusto Novais e Marcelo Dolabela. O coletivo tem uma história fascinante que vocês poderão conhecer mais profundamente, com alguns de seus versos, integrantes e publicações, no ensaio abaixo assinado por Márcio Almeida. O ensaio é longo, mas vale cada minuto debruçado em cada linha, por isso não o editei, por isso não me estenderei nesta introdução. Mas é preciso dizer que a apresentação do ensaio é o ...
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