Rio de Janeiro, 21 de janeiro de 1908.Meu querido amigo. A sua carta de 17 chegou-me ontem, 20, e só agora de manhã lhe respondo. Não cuidei que a causa da ausência destes dias fossem nervos; agora o sei e creio. Já nos habituou a esses sujeitos, maus inquilinos, que quando se metem a proprietários efetivos abusam desapiedadamente da casa. Felizmente parece que estes vão cedendo; apesar disto, a sua resolução de obter descanso ou licença para se tratar de vez e seguidamente, é boa. Por mais que me custe a ausência, estimo saber que caminha para o total restabelecimento. ...
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