Sou diretamente as molduras Que seguem diretamente o teto. Mas há ângulos de onde não se pode mais sair. ALBERT-BIROT, Pierre. Poèmes à l’autre moi. p.48. In: BACHELARD, G. A poética do espaço. Tradução de Antônio de Pádua Danese. São Paulo: Martins Fontes, 1998. p.153.
[Continue lendo]E eis que me tornei um desenho de ornamento Volutas sentimentais Volta das espirais Superfície organizada em preto e branco E no entanto acabo de ouvir-me respirar É isso um desenho? Isso sou eu? ALBERT-BIROT, Pierre. Poèmes à l’autre moi. p.48. In: BACHELARD, G. A poética do espaço. Tradução de Antônio de Pádua Danese. São Paulo: Martins Fontes, 1998. p.154.
[Continue lendo]À porta quem virá bater?Em uma porta aberta se entraUma porta fechada um antroO mundo bate do outro lado de minha porta. ALBERT-BIROT, Pierre. Les amusements naturels. In: BACHELARD, Gaston. A Poética do Espaço. Tradução de Antônio de Pádua Danesi. São Paulo: Martins Fontes, 1998. p. 23.
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