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	<title>Imaginário Poético</title>
	<link>http://www.imaginariopoetico.com.br</link>
	<description>revista eletrônica de letras com arte</description>
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		<title>Sabático</title>
		<description><![CDATA[Meus caros,o imaginário encerra suas atividades neste ano e permanecerá inativo durante todo o ano de 2012. Abraço carinhoso e votos de paz,dana]]></description>
		<link>http://www.imaginariopoetico.com.br/sabatico/</link>
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		<title>Carlos Augusto Novais &gt; ou durar é esvaziar o vazio</title>
		<description><![CDATA[&#160;]]></description>
		<link>http://www.imaginariopoetico.com.br/carlos-augusto-novais-ou-durar-e-esvaziar-o-vazio/</link>
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		<title>DEZFACES &gt; Edição 2011, número 5</title>
		<description><![CDATA[Clique na imagem para ler o quinto e último número da edição 2011 do Jornal DEZFACES, com o suplemento DEZFACINHAS. Clique aqui para saber mais sobre o Coletivo de Poesia DEZFACES. Entre em contato com Adriana Versiani para outras informações: driarroba@gmail.com Se você está recebendo este post via e-mail e não consegue visualizar o jornal DEZFACES, clique aqui para acessá-lo em nosso site.]]></description>
		<link>http://www.imaginariopoetico.com.br/dezfaces-edicao-2011-numero-5/</link>
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		<title>Correspondências &gt; Oscar Wilde a Bosie</title>
		<description><![CDATA[No verão de 1891, o escritor irlandês Oscar Wilde [Dublin, 1854-Paris, 1900] conheceu o Lord Alfred &#8220;Bosie&#8221; Douglas _terceiro filho do Marquês de Queensberry e estudante de Oxford_, por quem se apaixonou. Wilde e Bosie foram amantes por quatro anos, até que, em 1895, o Marquês levou o escritor a julgamento _sob a acusação de &#8220;cometer atos imorais com rapazes&#8221;_ e Wilde foi condenado a dois anos de prisão com trabalhos forçados. A correspondência abaixo foi apresentada como prova durante o julgamento. &#160; &#160; &#160; January 1893, Babbacombe Cliff My Own Boy, Your sonnet is quite lovely, and it is a marvel [...]]]></description>
		<link>http://www.imaginariopoetico.com.br/correspondencias-oscar-wilde-a-bosie/</link>
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		<title>O diabo escondido nas nuvens</title>
		<description><![CDATA[Recentemente, em meio aos trabalhos de restauração da Basílica de São Francisco (Assis, Itália) _gravemente danificada após um terremoto em 1997_, a historiadora de arte Chiara Frugone descobriu o que seria a figura de um demônio escondido em um dos mais famosos frescos de Giotto, datado do século XIII. O Tinhoso aparece no fresco número 20, que retrata o ciclo da vida e da morte de Francisco de Assis. Ali, uma figura de chifres escuros, nariz adunco, queixo proeminente e sorriso enigmático aparece nas nuvens, próximo às pernas de um dos anjos que rodeiam o ícone de Assis. Os historiadores assumem [...]]]></description>
		<link>http://www.imaginariopoetico.com.br/o-diabo-escondido-nas-nuvens/</link>
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		<title>DEZFACES &gt; Edição 2011, número 4</title>
		<description><![CDATA[Clique na imagem para ler o quarto número da edição 2011 do Jornal DEZFACES, com o suplemento DEZFACINHAS. Clique aqui para saber mais sobre o Coletivo de Poesia DEZFACES. Entre em contato com Adriana Versiani para outras informações: driarroba@gmail.com &#160; Se você está recebendo este post via e-mail e não consegue visualizar o jornal DEZFACES, clique aqui para acessá-lo em nosso site.]]></description>
		<link>http://www.imaginariopoetico.com.br/dezfaces-edicao-2011-numero-4/</link>
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		<title>O Livro e a Ausência de Livro em Tutaméia, de Guimarães Rosa</title>
		<description><![CDATA[“Só o amor em linhas gerais infunde simpatia e sentido à história, sobre cujo fim vogam inexatidões, convindo se componham; o amor e seu milhão de significados. [...] Ele queria conversar com uma mulher [...] queria entender o avesso do passado entre ambos, estudadamente, metia-se nessa música, imagem rendada; o que a música diz é a impossibilidade de haver mundo, coisas. ― Inútil&#8230; a lucidez ― está-se sempre no caso da tartaruga e Aquiles. [...] Estava sem óculos; não refabulava. Era o homem ― o ser ridente e ridículo ― sendo o absurdo o espelho em que a imagem da [...]]]></description>
		<link>http://www.imaginariopoetico.com.br/o-livro-e-a-ausencia-de-livro-em-tutameia-de-guimaraes-rosa/</link>
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		<title>Jacques Prévert &gt; O gato e o passarinho</title>
		<description><![CDATA[Le chat et l&#8217;oiseau[Jacques Prévert] Un village écoute désoléLe chant d’un oiseau blesséC’est le seul oiseau du villageEt c’est le seul chat du villageQui l’a à moitié dévoréEt l’oiseau cesse de chanterLe chat cesse de ronronnerEt de se lécher le museauEt le village fait à l’oiseauDe merveilleuses funéraillesEt le chat qui est invitéMarche derrière le petit cercueil de pailleOù l’oiseau mort est allongéPorté par une petite filleQui n’arrête pas de pleurerSi j’avais su que cela te fasse tant de peineLui dit le chatJe l’aurais mangé tout entierEt puis je t’aurais racontéQue je l’avais vu s’envolerS’envoler jusqu’au bout du mondeLà-bas où [...]]]></description>
		<link>http://www.imaginariopoetico.com.br/jacques-prevert-o-gato-e-o-passarinho/</link>
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		<title>Jacques Prévert &gt; Para pintar o retrato de um pássaro</title>
		<description><![CDATA[&#8220;O que quero mostrar não são passarinhos, mas a liberdade.&#8221;Isabel Pons &#160; Pour faire le portrait d&#8217;un oiseau[Jacques Prévert] Peindre d&#8217;abord une cageavec une porte ouvertepeindre ensuitequelque chose de joliquelque chose de simplequelque chose de beauquelque chose d&#8217;utilepour l&#8217;oiseauplacer ensuite la toile contre un arbredans un jardindans un boisou dans une forêtse cacher derrière l&#8217;arbresans rien diresans bouger&#8230;Parfois l&#8217;oiseau arrive vitemais il peut aussi bien mettre de longues annéesavant de se déciderNe pas se découragerattendreattendre s&#8217;il le faut pendant des annéesla vitesse ou la lenteur de l&#8217;arrivée de l&#8217;oiseaun&#8217;ayant aucun rapportavec la réussite du tableauQuand l&#8217;oiseau arrives&#8217;il arriveobserver le plus [...]]]></description>
		<link>http://www.imaginariopoetico.com.br/jacques-prevert-para-pintar-o-retrato-de-um-passaro/</link>
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		<title>Julio Cortázar &gt; Quase ninguém vai tirar você do sério</title>
		<description><![CDATA[[...] O cavalo relincha, o cachorro late, quase ninguém lhe oferece numa esquina um pedacinho solto de bicicleta ou pião, quase nunca é verão em pleno inverno por razões de lógica estritamente polida é preciso ser o que se é ou não ser nada, e nada vai tirar você do sério, ninguém vai tirar, e se um cavalo late nunca o saberemos, porque os cavalos não latem. [...] In: CORTÁZAR, Julio. Último round. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008. p.148-150.]]></description>
		<link>http://www.imaginariopoetico.com.br/julio-cortazar-quase-ninguem-vai-tirar-voce-do-serio/</link>
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