Natal

Luis Meléndez, Still Life with Bread, Grapes, Jug, and Receptacles, about 1770, Oil on canvas, Collection of Teresa Heinz.

- Sino, claro sino, tocas para quem?
- Para o Deus menino que de longe vem.
- Pois se o encontrares, traze-o ao meu amor.
- E o que lhe ofereces, velho pecador?
- Minha fé cansada, meu vinho, meu pão,
- Meu silêncio limpo, minha solidão.

PENA FILHO, Carlos. Livro Geral – Poemas, Recife, Ed. Liceu, 1999.

Em nome da equipe editorial do imaginário poético, desejo a todos os leitores e amigos um Natal de paz e comunhão!
Abraço a todos,
dana paulinelli



2 Comentários

  1. Fred Matos escreveu:

    >Dana e demais pessoas,Não obstante a minha implicância com o uso comercial do "espírito natalino", não tenho como escapar da influência que a data exerce sobre o meu emocional que ainda teima em crer que a humanidade não é caso perdido e que podemos construir um mundo mais justo, sem violências e sem preconceitos. Em suma: sou um ingênuo assumido. Sendo assim, é inevitável que venha para deixar os meus votos sinceros de que você tenha um feliz natal e que o ano novo não seja apenas uma nova página no calendário, mais um marco de mudança que inaugure uma nova era de paz e felicidades para todos e que possamos realizar todos os nossos melhores sonhos e projetos.Felicidades.Beijos

  2. dana paulinelli escreveu:

    >Fred, belíssima reflexão e lindos votos!Tb implico com o ab-uso comercial da data (Graças a Deus!), tb sou emocional e espiritualmente afetada pelo Natal (Graças a Deus!) e tb compartilho desta ingenuidade generosa com a raça humana (Graças a Deus!). Meus sinceros agradecimentos e o reforço de meus votos de de um Feliz Natal!Grande abraço,dp

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