Pierre Albert-Birot > Poèmes à l’autre moi

E eis que me tornei um desenho de ornamento
Volutas sentimentais
Volta das espirais
Superfície organizada em preto e branco
E no entanto acabo de ouvir-me respirar
É isso um desenho?
Isso sou eu?
ALBERT-BIROT, Pierre. Poèmes à l’autre moi. p.48. In: BACHELARD, G. A poética do espaço. Tradução de Antônio de Pádua Danese. São Paulo: Martins Fontes, 1998. p.154.



>mão que vaie que desenhano fundo brancoda terra que abrigado sonho que obrigamão que vaie que desenhae que se reescrevena moldura que se fitaautofitaautoestupefatofatono atose reolha e se assustamão que vai e que voltadesenhase apagacomo um grito caladochoro recolhidocomo criança que se reolhae assusta-sesuas linhas se desmanchandona mancha dos dias cinzashoras de trevade luzque se jogana face oculta do vidro espelhadodo papel rasgadodos diasimitaçãode sua própria duplicação
>Alisson, Alisson, estes teus poemas que nascem dos posts do Imaginário estão cada vez mais belos!Que o Imaginário seja cada vez mais uma fonte para a tua poesia e que vc continue compartilhando-a conosco. São meus votos!Muito obrigada pela participação!Abraço.